Uma expressão idiomática ocorre quando um termo ou frase assume significado diferente daquele que as palavras teriam isoladamente.
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domingo, 29 de janeiro de 2017
sábado, 21 de janeiro de 2017
MINHA SOGRA -Quim Barreiros
REFRÃO)
Mais que droga
Mais que droga
Casar sem dinheiro
e viver junto com a sogra
Eu estava apavorado
danado em desespero
tive que casar forçado
na pendura e sem dinheiro
depois do casamento
a minha vida é uma droga
sem ter casa pra morar
fui viver junto com a sogra
toda farra que eu fazia
tiveram todas um fim
minha sogra desgraçada
pôs o pé em cima de mim
um dia cheguei a casa
vejam só que confusão
já era de madrugada
e a velha veio ao portão
chamou-me todos os nomes
e com a vassoura na mão
na hora mandou-me embora
e eu fiquei do lado de fora
a chorar junto ao portão
Lenine Meu Amanhã
Ela é minha delicia
O meu adorno
Janela de retorno
Uma viagem sideral
Ela é minha festa
Meu requinte
A única ouvinte
Da minha radio nacional
Ela é minha sina
O meu cinema
A tela da minha cena
A cerca do meu quintal
Minha meta, minha metade
Minha seta, minha saudade
Minha diva, meu divã
Minha manha, meu amanhã....2x
Ela é minha orgia
Meu quitute
Insaciável apetite
Numa ceia de natal
Ela é minha bela
Meu brinquedo
Minha certeza, meu medo
É meu céu e meu mal
Ela é o meu vício
E dependência
Incansável paciência
E o desfecho final
Minha meta, minha metade
Minha seta, minha saudade
Minha diva, meu divã
Minha manha, meu amanhã....2x
Meu fá, minha fã
A massa e a maçã
Minha diva, meu divã
Minha manha, meu amanhã
Meu lá, minha lã
Minha paga, minha pagã
Meu velar, meu avelã
Amor em Roma, aroma de romã
O sal e o são
O que é certo, o que é sertão
Meu Tao, e meu tão...
Nau de Nassau, minha nação.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
Deolinda - Corzinha De Verão (áudio)
Por que é que o sol nunca brilha quando fico de férias
Aos fins de semana ou nos meus dias de folga?
Eu passo os dias a ver gente em fato de banho
Calções e havaiana e eu sempre de camisola
E eu andei o ano inteiro, a juntar o meu dinheiro
Para esta desilusão
Dava todo o meu ouro por um pouco do teu bronze
Uma corzinha de verão
Vento, eu na praia a levar com vento
A rogar pragas e a culpar são pedro
Que mal fiz eu ao céu?
E tento, juro que tento imaginar bom tempo
Espalho o protetor solar e estendo o corpo no museu
Por que é que tudo conspira contra a minha vontade?
Sim, sim é verdade, não estou a ser pessimista
É que a vizinha da cave é sempre a mais bronzeada
Traz um sorriso na cara e não sabe quem foi kandinsky
E eu andei o ano inteiro, a juntar o meu dinheiro
Para esta desilusão
Dava todo o meu ouro por um pouco do teu bronze
Uma corzinha de verão
Vento, eu na praia a levar com vento
A rogar pragas e a culpar são pedro
Que mal fiz eu ao céu?
E tento, juro que tento imaginar bom tempo
Espalho o protetor solar e estendo o corpo no museu
E tento, juro que tento imaginar bom tempo
Espalho o protetor solar e estendo o corpo no museu
O corpo no museu
O corpo no museu
sexta-feira, 13 de janeiro de 2017
quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
A história da Galiza em 50 datas

Oferecemos-vos um resumo dumha parte da história do território onde se assenta o nosso país. É bem certo que só compreende os dous mil anos da nossa era, que é o período em que podemos precisar os factos históricos concretos, e deixamos fora épocas em que a Galiza se desenvolve relacionando-se com o espaço geográfico e cultural a que pertence, a Europa Atlántica, pois após a conquista romana passa a ser a periferia dum centro mediterránico, até que desaparece esse poder na Alta Idade Média, e recupera o seu ámbito de relacionamento. A selecçom de datas nom foi só feita atendendo à sua importáncia intrínseca, como também ao desconhecimento ou ocultaçom, mesmo falsificaçom de factos, situaçons e processos decisivos na história do nosso país. Ao pé de pessoas e acontecimentos bem conhecidos pola imensa maioria do nosso povo, aparecem outros que semelham anedóticos ou menores, mas que consideramos significativos dessa história ocultada ou negada e da projecçom internacional da nossa naçom na história. As pessoas que só conhecem a versom da historiografia oficial espanhola com os seus mitos, mistificaçons e descaradas falsificaçons, acharám em falta umha lendária batalha de Covadonga e um suposto Reino das Astúrias que mutaria num igualmente suposto Reino de Leom, ambos criaçom no nacionalismo espanhol no século XIX, empregando processos tam grosseiros como traduzir os nomes das crónicas mussulmanas Djalikiyah, Yalalika e formas parecidas, e também a Gallaecia das cristás, por Reino de Leom. Desprezamos, portanto, relatos históricos anacrónicos sobre o nosso país, que se cingem à extensom da Galiza administrativa actual e que som inúteis para explicar o nosso passado. O território onde se desenvolveu a organizaçom política nucleada à volta da Galiza foi variando ao longo dos séculos, reduzindo-se. Mas isso nom escusa que a actual potência hegemónica a nível Ibérico apague o passado e o reescreva, na tentativa de legitimar o presente. Também descartamos conceitos falsos como reconquista ou repovoaçom. O primeiro, baseado numha ideologia que constrói umha suposta continuidade entre a breve fase de integridade ibérica do Reino Visigodo e a aspiraçom de Castela-Espanha de conquistar toda a península. Continuidade que se sustentaria na pretensa origem nobre e cortesá do primeiro rei na Gallaecia após a desfeita do Reino Visigodo, Paio. E o segundo, baseado no alegado despovoamento das zonas nom dependentes inicialmente do Reino Cristao do noroeste. Do mesmo jeito, o rei galego Afonso VIII é para a historiografia espanholista Afonso IX, como tivemos ocasiom de ver recentemente, no 800 aniversário da carta de reguengo que este rei outorgou à Corunha em 1208. Estamos conscientes de que a sucessom de datas, reis, batalhas, e factos assinalados nom facilitam ver os demorados processos de que som causa e, sobretodo, conseqüência. Nom podemos reflectir aqui, para além de todo o que aconteceu antes da nossa era, que foi muito e mais importante do que costumamos julgar, mudanças tais como a introduçom dos cultivos mediterránicos na Galiza que, se atendermos ao Códice Calixtino, no século XII ainda era escassa no País. Muito mais rápida foi a mudança na alimentaçom que produziu o milho e a pataca ao pouco da sua chegada da América. Mas a introduçom destes alimentos nom impediu um processo migratório constante que já começou no século XVI, em direçom a Castela e a Portugal. Intensificou-se no XVIII e alcançou caráter maciço no século XIX. Ainda a inícios desse século, a Galiza tinha mais populaçom do que toda Castela. Até os 6% atuais dentro do Estado espanhol, a sangria populacional nom precisa de mais comentários. Insistimos na sobrevivência do monte comunal, desaparecido doutras naçons europeias fundadas por povos germánicos, onde foi usurpado nos alvores da Idade Moderna, com o processo de cercamento de terras que acompanhou a etapa de acumulaçom original capitalista. Acabamos o percurso no fim do século passado, pois certamente nom temos ainda perspetiva para avaliar estes cinco lustros como os 2000 anos anteriores.
sábado, 7 de janeiro de 2017
quinta-feira, 5 de janeiro de 2017
terça-feira, 3 de janeiro de 2017
As Bruxas
Artigo sacado do laifi de Janaína Senekovic sobre os "Métodos de tortura "
"Não se sabe a exata origem das Bruxas. Constam relatos de que elas existam desde os primórdios da humanidade. Há duas teorias para a existência de tais seres:
"Não se sabe a exata origem das Bruxas. Constam relatos de que elas existam desde os primórdios da humanidade. Há duas teorias para a existência de tais seres:
Durante a Idade Média toda e qualquer mulher que conseguia poder, passava gradativamente a ser considerada bruxa. Bruxa em sânscrito significa "mulher sábia". As bruxas eram denominadas sábias, até a Igreja lhes atribuir o significado secundário de mulheres dominadas por instintos inferiores.
Dessa forma, as experiências visionárias, rituais de caça e cerimônias de cura sempre estiveram presentes nos símbolos e metáforas de cada cultura. Na Grã-Bretanha as sacerdotisas druidas estavam divididas em três classes. As que viviam em conventos num regime de celibato eram as da classe mais alta. As outras duas classes, que eram das sacerdotisas, podiam se casar e viver nos templos ou com os maridos e família. Com a era do cristianismo, foram denominadas “Bruxas” e perseguidas por muito tempo.
As práticas de bruxaria envolvem rituais simbólicos desde os tempos neolíticos. A primeira demonstração da arte de devoção foi encontrada em cavernas do período neolítico, onde havia ilustrações dos rituais de adoração às deusas da fertilidade dos povos primitivos.
Sem mito algum, as bruxas eram apenas mulheres que conheciam e entendiam do emprego de ervas medicinais para cura de enfermidades, e colocavam em prática seus conhecimentos nos vilarejos onde habitavam.
Com a chegada do Cristianismo, começando a imperar a era patriarcal, as mulheres foram colocadas em segundo plano e tidas como objetos de pecado utilizados pelo diabo.
Muitas mulheres não aceitaram essa identificação e rebelaram-se. Essas, dotadas de poder espiritual, começaram a obter novamente o prestígio que haviam perdido o que passou a incomodar o poder religioso. Assim acusar uma mulher de bruxaria ficou fácil, bastava uma mulher casada perder a hora de acordar, que o marido a acusava de estar sonhando com o demônio.
Durante o século X e XII as bruxas ressurgiram, nesse período realizaram vários processos contra elas, promovidos pelo poder civil. No entanto, tal questão veio assumir um aspecto dramático a partir do século XIV, momento em que a Igreja Católica implantou os tribunais da Inquisição com o intuito de reprimir, tanto a disseminação das seitas heréticas como a prática de magia e outros comportamentos considerados pecaminosos. Nesse período, o fenômeno se caracterizou como manifestação coletiva, de profunda repercussão no direito penal, na vida religiosa, na literatura e nas artes. Dessa forma, para que a repressão fosse eficaz, os tribunais de Inquisição se proliferaram, e os processos aumentaram rapidamente.
A maioria das acusações se referia a malefícios contra a vida, a propriedade e a saúde. Também constavam denúncias de pactos com o diabo. Segundo as denúncias, as bruxas montadas em vassouras voavam pelos ares e se reuniam em lugares inabitados para celebrar a satanás e entregar-se a orgias. O iluminismo do fim do século XVII e do século XVIII, que era caracterizado pelo espírito científico e pelo racionalismo, contribuiu para o fim desse processo e para que não mais se admitisse perseguição judiciária em casos de superstições populares.
Segundo os teóricos do assunto, a epidemia de bruxas ocorreu nos séculos XVI e XVII, no norte da França, no sul e oeste da Alemanha e em especial na Inglaterra e na Escócia, a perseguição às bruxas foi metódica e violenta. Os colonizadores ingleses levaram esse procedimento para a América do Norte, onde, em 1692, ocorreu o famoso processo contra as bruxas de Salém, em Massachusetts. Normalmente, acusavam-se as bruxas velhas, e com menor freqüência as jovens."
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